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      Doutor, Deus criou a natureza e também as belezas dessa vida, todos nós queremos saber por que essa erva é proibida?

M&M's - Maconha e Mulheres (parte 2)










Sexxxxxxta!

Deputados falam sobre legalização da maconha

Uma onda de manifestações favoráveis à liberação da maconha para plantio e uso tomou conta do país nas últimas semanas e autoridades políticas, como Fernando Henrique Cardoso, apóiam a descriminalização. Ex-presidente e sociólogo, que já integra a Comissão Global de Políticas sobre Drogas, FHC adotou a bandeira para promover o debate na sociedade.
O tema, porém, gera polêmica e muitos duvidam da eficácia da medida.
A deputada estadual Inês Pandeló (PT-RJ) considera a questão muito complexa. “Ainda não tenho opinião formada. A defesa diz que a legalização vai acabar com o tráfico, mas existem outras drogas. É preciso estudar mais. Acho que preciso amadurecer a questão. Eu me faço a interrogação: E as outras drogas? Vai liberar tudo? Não vai. Duvido que a liberação vá acabar com o tráfico, mas realmente preciso analisar mais a questão”, comentou a parlamentar.
O deputado federal Jorge de Oliveira, o Zoinho (PR-RJ), não concorda com a liberação. “Eu sou contra qualquer tipo de uso de droga. Traz desgraça não só para a pessoa, mas para a família. Tem que ser considerado crime, mas tem que prender os grandes traficantes, os grandes produtores. Não adianta prender só os pequenos”, opinou.

DESCRIMINALIZAÇÃODurante toda a semana, o ex-presidente apelou a uma mudança de paradigma do combate à droga para a descriminalização do consumo como forma de concentrar recursos públicos no combate ao crime organizado e aos traficantes.
As opiniões de Fernando Henrique geraram verdadeira polêmica nos principais jornais da capital. "O uso e a repressão indiscriminada da droga cria um estado de violência e é ele que pode pôr em risco a democracia", disse à Lusa o ex-presidente brasileiro e sociólogo membro da Comissão Latino-Americana de Drogas e Democracia no âmbito da quarta edição regional do Fórum Económico Mundial, no Rio de Janeiro.
Terminar com o estado de violência é muito difícil, reconheceu Fernando Henrique Cardoso. "O que nós estamos a propor é mudar o paradigma, agora todo o mundo está concentrado na repressão, inclusive aos usuários (consumidores) da droga. É preciso inverter isso. Não estamos a dizer para legalizar as drogas, mas para despenalizar o usuário", argumentou na ocasião, durante o Forúm, para um jornal da capital.
E neste sentido, o ex-presidente do Brasil destacou o compromisso internacional. "Só se resolve isso se houver realmente uma descriminalização do usuário globalmente. Essa questão não pode ser tratada nos limites nacionais".
A proposta, segundo o sociólogo, é tratar os consumidores de droga como caso de saúde pública e não de polícia, a chamada "guerra às drogas".

LEGALIZEEE JÁ! 

Xapiscadenhos - Xapisco Nos Desenhos (parte 2)







Seven

Vamos comer...

 ...que fome, preciso almoçar!

Legalize!

Lombra!



Vira...

Hoje é?

Ah sim, terça...

Reggae Music - Tribo de Jah - Regueiros Guerreiros

Marcha da Maconha no DF vira Marcha pela Liberdade de Expressão.

BRASÍLIA - A Justiça de Brasília até tentou, mas não conseguiu proibir o protesto em prol da legalização da maconha, realizada nesta sexta-fera na Esplanada dos Ministérios. Na quinta-feira à noite, o desembargador João Timóteo de Oliveira, do Tribunal de Justiça do Distrito Federal, proibiu a realização da marcha da maconha. A Polícia Civil, a Polícia Militar, a Polícia Federal e o Detran foram comunicados da proibição. No entanto, os manifestantes conseguiram driblar a decisão e mudaram o nome do evento para “Marcha pela Liberdade de Expressão”. O conteúdo do protesto, no entanto, era o mesmo.
Ei, polícia, pamonha é uma delícia!
- Ei, polícia, pamonha é uma delícia! - gritava o grupo, ao som de batucada.
Na decisão, o desembargador concordou com os argumentos do Ministério Público local de que o evento tinha potencial para induzir ou instigar o uso da maconha, substância psicotrópica proibida no Brasil. Os participantes poderiam, portanto, ser denunciados por apologia ao crime, além de formação de quadrilha.
“Apesar de os direitos à reunião e à manifestação de pensamento serem sólidos, nem por isso são ilimitados a permitir suplantar os demais direitos e garantias coletivos, igualmente estabelecidos na Constituição Federal”, escreveu o magistrado.
O anúncio da proibição foi feito pelo advogado dos organizadores do evento, Mauro Machado Chaiben, pouco antes do início do evento. O grupo promoveu uma vaia coletiva ao desembargador e optaram por continuar com a caminhada, sob outra denominação. Em frente ao STF, cerca de 200 pessoas continuaram o protesto – alguns inclusive fumando maconha, sem reação alguma dos policiais.
- STF, cadê a liberdade de expressão? _ gritavam.
Depois, a caminho do Congresso Nacional, entoaram:
- Ei, doutor, maconheiro é eleitor!



Cornetonha!

                       Este é mais fácil de consumir em dias frio...

week

Vamos começar...

Domingãoo!!!



Domingo é assim, descansar porque amanhã... Já viu como é.

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